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Benefícios do chocolate: quando o consumo rima com bem-estar

Os benefícios do chocolate amargo são comprovados pela ciência. Leia aqui:

Datas como o Dia Mundial do Chocolate podem ser períodos difíceis para quem sofre com restrições alimentares, como intolerância à lactose, ou é diabético. Mas temos uma boa notícia: com alguns cuidados é possível se deliciar com os benefícios do chocolate. Conheça todos os benefícios comprovados do consumo moderado de chocolate, e saiba como inserir essa delícia na sua rotina:

 

A ciência já provou os benefícios do chocolate para a saúde?

O chocolate com concentração de cacau acima de 50% possui antioxidantes poderosos, que são benéficos para o corpo em vários níveis. Nas versões amargas existem vitaminas e minerais que ajudam a prevenir doenças do coração e a má circulação, além de fortalecer o cérebro e influenciar positivamente o humor.

Em termos cardiovasculares, os flavonoides são responsáveis por diminuir níveis de colesterol ruim (LDL), influenciar no aumento do bom (HDL) e auxiliar no controle da pressão arterial.

Também é comprovado que o cacau é capaz de auxiliar no tratamento da anemia, uma vez que ele é rico em ferro.

Uma extensa pesquisa realizada durante 30 anos por pesquisadores norte-americanos apontou que o consumo regular de chocolate, sem exageros, influencia na melhora das funções cognitivas. É o que aponta também uma pesquisa italiana de 2017, que atribui essa capacidade aos flavonoides – poderoso antioxidante encontrado no cacau.

 

Cuidados com o “fakelate”

Para ser chamado de chocolate o alimento precisa ter no mínimo 25% de cacau. Com até 30% é considerado chocolate ao leite. De 40 a 60% é meio amargo. A partir de 70% é amargo, sendo o tipo que mais carrega os benefícios do chocolate. 

O menos saudável é o “chocolate” branco, feito com manteiga de cacau misturada a outros ingredientes. Na produção do chocolate as sementes de cacau são torradas e trituradas, originando dois produtos: a massa de cacau e a manteiga. E o chocolate branco é feito apenas com a manteiga, ou seja, é basicamente gordura e açúcar. Ele não carrega nenhum dos benefícios do chocolate amargo.

Para saber se o que você está comprando é chocolate de verdade basta ficar atento ao que diz na lista de ingredientes. Se gordura ou açúcar aparece em primeiro na lista, cuidado: o produto não tem tantos benefícios. Procure por aqueles em que o cacau aparece na primeira posição.

 

“Tenho restrição alimentar, posso comer chocolate?”

Quem é celíaco, intolerante à lactose, é diabético ou tem alergia ao leite pode desfrutar dos benefícios do chocolate, desde que observando alguns cuidados:

- Para os celíacos é preciso ficar atento aos rótulos, buscando aqueles que indicam que o produto não contém glúten;

- O chocolate geralmente é feito à base de leite, mas para os alérgicos ou que escolheram não consumir nenhum alimento com ingrediente animal, o chocolate vegano é a saída. O chocolate desse tipo geralmente é feito à base de óleo de côco ou leite de soja;

- Para intolerantes à lactose, ou seja, pessoas que têm alergia ao açúcar do leite, é possível encontrar opções do doce sem lactose;

- Para os diabéticos, a American Diabetes Association (ADA) já provou que a sacarose não aumenta os níveis de glicemia mais do que outros tipos de carboidratos. Então, dentro de uma dieta equilibrada e em porções recomendadas, diabéticos podem consumir chocolate.

 

Mas e afinal, quanto de chocolate é recomendado?

De acordo com recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), a indicação é de que o consumo diário seja de até 50 gramas.

Além disso, a OMS também orienta que seja preferido o chocolate amargo ao invés dos ao leite ou brancos.

Entre os nutricionistas, a indicação de consumo costuma variar. Geralmente, é menor do que a indicada pela OMS.

O ideal é que a ingestão de chocolate seja associada a uma alimentação equilibrada e uma rotina frequente de exercícios. Assim, os benefícios são maximizados.


Para mais dicas de alimentação e rotina mais equilibrada, acesse nosso conteúdo especial sobre o Dia Mundial da Saúde:

 

6 dicas imperdíveis de bem-estar: